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fevereiro 2013

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                    Ciência Na Frente Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande Um Cérebro Artificial de Alto Desempenho Esquema de funcionamento do cérebro artificial Pela primeira vez um cérebro artificial conseguiu reproduzir um comportamento complexo graças aos 2,5 milhões de " neurónios " que têm um funcionamento parecido com os nossos. Chris Eliasmith (na imagem ao lado) e a sua equipa da Universidade de Waterloo , no Canadá , desenvolveram um cérebro artificial chamando Spaun (acrónimo inglês de arquitetura de rede unificada de ponteiros semânticos - S emantic P ointers A rchitecture U nified N etwork). A sua arquitetura (esquema de cima) é baseada na arquitetura do cérebro humano. As diferentes caixas representam conjuntos de neurónios artificiais. Estes estão ligados uns aos outros de forma a imitar o funcionamento do nosso cérebro . Este esquema permite ao Spaun reconhecer uma imagem, memorizá-...

janeiro 2013

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Ciência Na Frente Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande O Primeiro do Nosso Género? Australopithecus sediba , uma espécie de australopithecus descoberto na África do Sul, considerada por alguns paleoantropólogos como um dos antepassados do Homo , o género humano Os espantosos fósseis do Australopithecus sediba, uma nova espécie de australopithecus sul-africano, tem alimentado o debate sobre a origem do género humano e o seu local de aparecimento. Onde se enraíza o género humano? Temos a certeza que é em África. Mas onde? Lee Berger descobriu, na África do Sul, um indício chave que poder-nos-á indicar o local: um novo género de australopithecus que apresenta várias características humanas. Será um antepassado do género humano, Homo? É o que pensa este paleoantropólogo americano da Universidade de Witwatersrand , de Joanesburgo , e por isso chamou à sua descoberta Australopithecus sediba, «o australopithecus origem» (em lín gua soto , uma das 11 l...

dezembro 2012

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Ciência Na Frente Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande A Luz é uma onda ou uma partícula ou está entre as duas? Em função do dispositivo que usemos a luz comporta-se como uma onda, uma partícula ou como uma sobreposição de estados coerentes de "onda" e "corpúsculo". Em 1924 o físico francês Louis de Broglie descobria a dualidade onda-corpúsculo : todo o objeto tem propriedades ao mesmo tempo ondulatórias e corpusculares. Mais tarde, em 1927, o físico dinamarquês Niels Bohr propôs o princípio da complementaridade: quanto mais um objeto quântico se comporta como uma onda, menos se comporta como corpúsculo, conforme a experiência a que o objeto foi submetido. Assim, por exemplo, a luz comporta-se quer como uma onda, nas experiências de interferência , quer como uma partícula (o fotão ), como no efeito fotoelétrico . Duas equipas, uma em França e a outra na Grã-Bretanha, desenvolveram dispositivos que permitem estudar rigorosamente...