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abril 2019

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Assine a nossa newsletter Ciência Na Frente Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande Abril de 2019 Há 2,1 mil milhões de anos a vida já se agitava      No interior de rochas com uma idade de 2,1 mil milhões de anos, da bacia sedimentar de Franceville, no Gabão, a equipa de Abderrazzak El Albani, geólogo do instituto de química dos meios e materiais de Poitiers (CNRS - universidade de Poitiers), já tinham identificado fósseis de organismos pluricelulares. Nessas mesmas rochas, esta equipa acaba de descobrir os mais antigos traços fósseis de deslocação de um organismo desse tipo. Reconstituídos informaticamente em três dimensões através da microtomografia de raios X, estes traços mais ou menos sinuosos atravessam as finas camadas que constituem o sedimento. A sua composição química prova que eles são contemporâneos do depósito sedimentar e a sua forma tubular, com apenas alguns milímetros de diâmetro, evoca um tubo de minhoca ...

março 2019

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Assine a nossa newsletter Ciência Na Frente Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande Março de 2019 Quasares para medir a constante de Hubble Graças a um efeito de lente gravitacional devido a uma galáxia (letra G), os astrofísicos observaram duas imagens (os pontos A e B) do quasar SDSS 1206+4332, situados em segundo plano.       O Universo está em expansão . Desde 1998 que os astrofísicos sabem que esta expansão começou a acelerar há alguns milhares de milhões de anos. Para compreender melhor esta dinâmica, os investigadores tentam determinar o valor preciso atual da taxa de expansão do Universo, e que é chamada de « constante de Hubble ».      Particularmente graças às observações do  telescópio  espacial Planck , a análise do fundo difuso cosmológico (a luz emitida no Universo quando este tinha cerca de 380 000 anos) leva a uma constante de Hubble de 67,4 quilómetros por segundo e p...