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março 2019

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Assine a nossa newsletter Ciência Na Frente Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande Março de 2019 Quasares para medir a constante de Hubble Graças a um efeito de lente gravitacional devido a uma galáxia (letra G), os astrofísicos observaram duas imagens (os pontos A e B) do quasar SDSS 1206+4332, situados em segundo plano.       O Universo está em expansão . Desde 1998 que os astrofísicos sabem que esta expansão começou a acelerar há alguns milhares de milhões de anos. Para compreender melhor esta dinâmica, os investigadores tentam determinar o valor preciso atual da taxa de expansão do Universo, e que é chamada de « constante de Hubble ».      Particularmente graças às observações do  telescópio  espacial Planck , a análise do fundo difuso cosmológico (a luz emitida no Universo quando este tinha cerca de 380 000 anos) leva a uma constante de Hubble de 67,4 quilómetros por segundo e p...

fevereiro 2019

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Assine a nossa newsletter Ciência Na Frente Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande Inosina, um possível ingrediente do aparecimento da vida A molécula de ARN é constituída por nucleótidos caracterizados por quatro tipos de nucleósidos chamados A, T, G, U. As condições da Terra primordial talvez tenham permitido a síntese de uma forma de ARN, onde a inosina substitui o G, da guanina.      Um dos grandes enigmas da ciência é a origem da vida. Esta terá surgido na Terra há mais de três mil milhões de anos, mas como? No cenário da «hipótese de um mundo de ARN», o ácido ribonucleico, ou ARN, terá tido um papel central e surgido muito cedo nesta história. Mas esta pista levanta muitas interrogações. Nomeadamente, os compostos presentes na Terra primordial permitiriam a síntese do ARN ou de uma forma aparentada? Jack Szostak, da Universidade de Harvard, e a sua equipa estudaram uma molécula, a inosina, que poderá ter desempenhad...