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julho 2017

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Ciência Na Frente Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande A vida fora da zona habitável Esta imagem artística do sistema TRAPPIST-1, visto de um dos seus sete planetas conhecidos, em que vários deles se encontram na zona habitável da sua estrela.       O que é que permite que um planeta tenha vida? Geralmente define-se a zona habitável como a distância a que um planeta tem de estar da sua estrela para que a água se mantenha líquida na sua superfície. Imaginemos os planetas que ficam no limite interior da estrela do género de Vénus - muito quente e seco. Para lá dessa zona imaginemos mundos do estilo de Marte, frios e secos e desprovidos de oceanos.      À medida que as estrelas evoluem  e se tornam mais brilhantes, a parte interior e exterior dessa zona vai-se movendo, transformando os planetas em caldeirões escaldantes ou mundos gelados. Daí se falar  de uma "contínua...

junho 2017

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Ciência Na Frente Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande O impossível zero Kelvin Alguns dispositivos necessitam de ser arrefecidos com a ajuda, por exemplo, de azoto líquido. Mas conseguiremos chegar ao zero absoluto? Parece que não.       Segundo o terceiro princípio da termodinâmica, não existe qualquer procedimento capaz de arrefecer um sistema até ao zero kelvin (-273,15ºC), num número finito de etapas ou num tempo finito. Mas, contrariamente aos dois primeiros princípios, este não está fundamentado numa demonstração sólida. Lluís Masanes e Jonathan Oppenheim, da Universidade Colege, de Londres, propuseram uma nova prova deste princípio que tem o interesse de se generalizar aos sistemas quânticos.      A aproximação adoptada pelos dois físicos é tentar exprimir uma temperatura limite em função da duração do arrefecimento que pode ser alcançado, independentemente do protocolo escol...