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março 2014

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Ciência Na Frente Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande Um novo tipo de estrelas em excesso de velocidade Trajetórias de algumas estrelas hiperrápidas que não vêm do centro da galáxia. Estes astros deslocam-se mais depressa do que o Sol. Conhecem-se algumas dezenas de estrelas na nossa galáxia que viajam em "excesso de velocidade", a mais de 700 Km por segundo. Denominadas de hiperrápidas, estas estrelas acabarão por sair da Via Láctea e errarem pelo espaço intergalático. Como é que estas estrelas adquirem tais velocidades? Já tinha sido proposto um mecanismo para as estrelas  hiperrápidas que passam pelo centro galáctico. Mas Lauren Palladino, da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos da América,  e os seus colegas, descobriram estrelas hiperrápidas que não vêm do centro da galáxia. As estrelas hiperrápidas foram previstas em 1988 pelo americano Jack Hills. Imaginou que uma estrela que pertencesse a um sistema binário ...

fevereiro 2014

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Ciência Na Frente Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande Encontrado um fragmento de meteorito russo Mergulhadores retiraram este fragmento do impacto em Chelyabinsk, do lago Chebarkul Após 8 meses de esforços, mergulhadores trouxeram finalmente um fragmento do meteorito de Chelyabinsk do fundo escuro do lago russo Chebarkul. Os habitantes locais descobriram um buraco com 8 metros na superfície gelada desse lago, depois da passagem ruidosa do mini-asteroide em Chelyabinsk, na Rússia, em 15 de fevereiro de 2013. O lago tem cerca de 80 km e fica a oeste desta cidade de 1,1 milhões de habitantes. Apenas algumas semanas depois deste acontecimento único, os investigadores da vizinha Universidade Federal Ural disponibilizaram um fantástico scanner magnético para verificar as grandes massas de sedimentos que repousam no fundo do lago. Os meses seguintes apenas trouxeram vagos relatórios de um objeto de 6 metros de comprimento. Al...

janeiro 2014

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Ciência Na Frente Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande Uma superfície imita a asa da borboleta Para proteção contra a água, investigadores imitaram a superfície da asa da borboleta (veja o vídeo).  As asas da borboleta "morpho" ( borboleta azul ), um inseto que se encontra nas florestas tropicais, são conhecidas pelas suas propriedades hidrófobas. Nas suas asas, uma gota de água deforma-se e espalha-se, retraindo-se em seguida e separando-se em duas, depois em quatro, formando uma rede que se espalha de forma assimétrica. Esta dinâmica particular tem a ver com as nervuras que percorrem as suas asas. Segundo Kripa Varanasi e a sua equipa do M.I.T., nos Estados Unidos da América, estas nervuras reduzem drasticamente o tempo de contacto entre a gota e a asa, isto é, o tempo que passa entre o momento em que a gota toca a superfície da asa e o tempo que ela demora a desfazer-se. Estes investigadores tentaram reproduzir esta característica ...