fevereiro 2017
Ciência Na Frente
Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande
Diferenciação celular: a parte do acaso
Qual é o mecanismo que faz com que uma célula se diferencie num determinado tipo celular em vez de outro? Se durante muito tempo os biólogos viram esta transformação como o fruto de um programa genético, onde uma sucessão de reguladores se ativam numa ordem estabelecida, sabem atualmente que estes processos não são assim tão simples. Desde há algumas décadas, há trabalhos que sugerem que a expressão dos genes é, não uma cadeia bem oleada de acontecimentos, mas um fenómeno aleatório. No que diz respeito à diferenciação celular, este fenómeno reformula a questão do seguinte modo: como é que uma expressão aleatória dos genes leva à formação de tecidos homogéneos de células diferenciadas? Uma equipa de biólogos, matemáticos e bio-informáticos, co-dirigida por Sandrine Gonin-Giraud e Olivier Gandrillon, do Laboratório de Biologia e Modelização da Célula (CNRS, Inserm, Universidade d…
Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande
Diferenciação celular: a parte do acaso
Qual é o mecanismo que faz com que uma célula se diferencie num determinado tipo celular em vez de outro? Se durante muito tempo os biólogos viram esta transformação como o fruto de um programa genético, onde uma sucessão de reguladores se ativam numa ordem estabelecida, sabem atualmente que estes processos não são assim tão simples. Desde há algumas décadas, há trabalhos que sugerem que a expressão dos genes é, não uma cadeia bem oleada de acontecimentos, mas um fenómeno aleatório. No que diz respeito à diferenciação celular, este fenómeno reformula a questão do seguinte modo: como é que uma expressão aleatória dos genes leva à formação de tecidos homogéneos de células diferenciadas? Uma equipa de biólogos, matemáticos e bio-informáticos, co-dirigida por Sandrine Gonin-Giraud e Olivier Gandrillon, do Laboratório de Biologia e Modelização da Célula (CNRS, Inserm, Universidade d…