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novembro 2014

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Ciência Na Frente
Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande


motor mais pequeno do mundo


Este nanomotor pode ser colocado numa célula e é tão potente como um avião a jato. Este nanomotor cabe dentro de uma célula do nosso corpo e gira tão rapidamente como o motor de um avião a jato. O nanomotor, desenvolvido pelos engenheiros da Universidade do Texas, em Austin, nos E.U.A. é o mais pequeno e o mais rápido construído até agora. É composto por um micro-elétrodo ligado a um nano-ímen que faz rodar um fio. Este dispositivo funcionou durante 15 horas! Motores deste tipo poderão, no futuro, alimentar máquinas em miniatura, que circularão dentro do nosso corpo, para levarem uma molécula (medicamento) a uma determinada célula.
Fonte: Les Dossiers de La Recherche - outubro/novembro 2014 - n.º 12, p. 39 - (adaptado)



Pepper, o robot pronto para lhe fazer companhia




Mesmo que não beba, Pepper terá muito gosto de conversar consigo enquanto toma o seu chá. Capaz de perceber as nossas emoções, é ric…

outubro 2014

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Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande


Rosetta perto do cometa


Para poder aterrar Philae, os investigadores da ESA têm de encontrar uma local favorável. Já selecionaram cinco locais (A, B, C I e J). Uma análise mais detalhada destes locais irá decidir o melhor local. 

Após uma viagem de dez anos, a sonda espacial Rosetta chegou ao fim da sua jornada. Lançada a 2 de março de 2004, esta missão da ESA (Agência Espacial Europeia) pretende estudar de perto o cometa 67P/Tchourioumov-Guérassimenko. O encontro deu-se no passado dia 6 de agosto.
A sonda está neste momento em órbita, a algumas dezenas de quilómetros da superfície do cometa, que tem um núcleo constituído por dois blocos ligados. Graças às fotografias tiradas pelos instrumentos da Rosetta, os investigadores do CNES selecionaram cinco locais possíveis para largar o módulo Philae em novembro. Este ir-se-á prender à superfície, já que a gravidade do cometa é muito fraca. Se as condições forem favoráveis, irá e…

setembro 2014

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Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande


Novos resultados sobre a origem da Lua


Uma recriação da possível colisão de um planeta (Theia) com a jovem Terra 

Três novos resultados vieram dar, aos cientistas planetários, um novo conhecimento de como o satélite natural da Terra nasceu e porque é que tem o aspeto atual.
A Lua formou-se quando um objeto aproximadamente do tamanho de Marte, (frequentemente chamado Theia - Theia era a deusa grega Titã da visão e a que dava a cor azul ao céu) colidiu com a jovem Terra. Este "encontro" lançou uma enorme quantidade de detritos que formaram um anel à volta do nosso planeta e que rapidamente se transformou na Lua.
Até há pouco tempo, a melhor resposta para o momento em que se deu esta colisão era há, aproximadamente, 4,47 mil milhões de anos. Contudo, em junho, Guillaume Avice e Bernard Marty - da Universidade de Lorraine, em França - apresentaram, na Conferência de Geo-Química Goldschmit,  uma data mais recente. A aná…