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abril 2014

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Ciência Na Frente

Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande


Neutrinos maciços, a chave de um enigma cosmológico




A formação das galáxias no Universo primordial depende indiretamente da massa dos neutros, algo que ainda é mal conhecido.
A distribuição das galáxias no Universo, tal como as vimos atualmente, não está de acordo com as previsões baseadas no estudo da radiação do fundo difuso cosmológico, isto é, a luz emitida pelo Universo quando este tinha 380 000 anos. Em relação às observações, os cálculos prevêem duas vezes mais de grandes estruturas, reagrupando numerosas galáxias. Richard Battye, da Universidade de Manchester e Adam Moss, da Universidade de Nottingham, sugerem que os neutrinos, que são partículas elementares, são os responsáveis pela diferença anteriormente referida.
O satélite Planck fez medições do fundo difuso cosmológico. Este fundo sofre alterações quando passa próximo de aglomerados de galáxias, permitindo assim estimar a sua distribuição. Por agora, as observ…

março 2014

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Ciência Na Frente

Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande


Um novo tipo de estrelas em excesso de velocidade




Trajetórias de algumas estrelas hiperrápidas que não vêm do centro da galáxia. Estes astros deslocam-se mais depressa do que o Sol.
Conhecem-se algumas dezenas de estrelas na nossa galáxia que viajam em "excesso de velocidade", a mais de 700 Km por segundo. Denominadas de hiperrápidas, estas estrelas acabarão por sair da Via Láctea e errarem pelo espaço intergalático. Como é que estas estrelas adquirem tais velocidades? Já tinha sido proposto um mecanismo para as estrelas  hiperrápidas que passam pelo centro galáctico. Mas Lauren Palladino, da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos da América,  e os seus colegas, descobriram estrelas hiperrápidas que não vêm do centro da galáxia.
As estrelas hiperrápidas foram previstas em 1988 pelo americano Jack Hills. Imaginou que uma estrela que pertencesse a um sistema binário poderia ganhar velocidade ao passar próximo d…

fevereiro 2014

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Ciência Na Frente

Do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande


Encontrado um fragmento de meteorito russo




Mergulhadores retiraram este fragmento do impacto em Chelyabinsk, do lago Chebarkul
Após 8 meses de esforços, mergulhadores trouxeram finalmente um fragmento do meteorito de Chelyabinsk do fundo escuro do lago russo Chebarkul. Os habitantes locais descobriram um buraco com 8 metros na superfície gelada desse lago, depois da passagem ruidosa do mini-asteroide em Chelyabinsk, na Rússia, em 15 de fevereiro de 2013. O lago tem cerca de 80 km e fica a oeste desta cidade de 1,1 milhões de habitantes. Apenas algumas semanas depois deste acontecimento único, os investigadores da vizinha Universidade Federal Ural disponibilizaram um fantástico scanner magnético para verificar as grandes massas de sedimentos que repousam no fundo do lago. Os meses seguintes apenas trouxeram vagos relatórios de um objeto de 6 metros de comprimento. Alguns investigadores questionaram-se se o buraco no lago te…